Portuguesa de Desportos e Botafogo-RJ jogavam pelo Torneio Rio-São Paulo de 1954, no Pacaembu. Mas a partida acabou aos 31 minutos do segundo tempo, quando estava 3 x 1 para a Lusa. Tudo porque os 32 jogadores acabaram expulsos de campo. A confusão começou com o zagueiro Tomé, do Botafogo, que tentava cobrar um tiro de meta enquanto o atacante Ortega, da Lusa, catimbava, tentando ganhar tempo. Os dois discutiram, trocaram socos e pontapés e acabaram envolvendo os outros jogadores. O juiz da partida, Carlos de Oliveira Monteiro, ficou assistindo a briga, esperou a coisa acalmar e, no final da confusão, expulsou todo mundo: Lindolfo, Nena, Valter, Herminio, Clóvis, Ceci, Dido, Renato, Nelsinho, Edmur e Ortega, da Portuguesa; Pianowski, Tomé, Floriano, Ruarinho, Bob, Juvenal, Garrincha, Dino da Costa, Carlyle, Jaime e Vinícius, do Botafogo. Naquele dia, só escaparam Osvaldinho, da Lusa, e Arati, do Botafogo, que haviam sido substituídos por Nelsinho e Ruarinho.
Dados tirado do site: www.campeoesdofutebol.com.br
É incrível!!! Acho que se eu somar as partidas mais violentas que eu já assisti não consigo somar 32 expulsões. É muito pra um jogo só! Mas cá entre nós, acho que o árbitro fez o correto. Nunca vi e acho que nunca verei algum juíz colocar tanta gente pra rua numa partida. A última partida em que vi tanta gente merecer ser expulsa foi entre Grêmio e Náutico, a "famosa" Batalha dos Aflitos, nome dado por causa do estádio do time de Recife: Estádio dos Aflitos. E olha que nesse jogo o árbitro da partida, Djalma Beltrami, não teve coragem de expulsar todos jogadores que mereciam ser expulsos...
Mas fazer o que? São coisas do futebol! Qualquer dia desses vai aparecer algum maluco e fazer coisa pior, ou melhor...
é isso aí!
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